História e eras
O que aconteceu em Cross, ano a ano, e por que razão nada disso se resolveu?
De antes do Cataclismo a 1890. Cinco eras, e a ferida que cada bloco carrega desde então.
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Por que se chama Cross
Três explicações canônicas que não se reconciliam. O que uma pessoa invoca revela quem ela é.
O Cataclismo de Ivandir
17 de outubro de 1780. A montanha racha, o Selo VII rompe, e seiscentas mil pessoas morrem numa noite.
O Cataclismo dos Selos
Um Selo por ano, de leste para oeste, durante sete anos. A ordem da cascata é o argumento de quem diz que não foi acaso.
Antes do Cataclismo
O século de apostasia, a queda quase total, e a Intervenção dos Arcanjos em 1786 — que salvou matando.
As frentes
Limes Orientalis, Mar Tenebrum e Limbus Mundi. Sem capital, sem povo — e é onde quase todos os contos vivem.
Marcos — Era da Cinza
Dezassete marcos em trinta e cinco anos de colapso. A era em que cada ferida nasce.
Marcos — Era da Estagnação
O presente canônico. A era em que cada ferida deixa de doer e passa a ser a estrutura que sustenta tudo.
Marcos — Era da Forja
A ferida começa a render — e ferida que rende deixa de ser ferida e passa a ser negócio.
Marcos — Cruzadas Negras
A refundação. Cada bloco constrói a instituição que carrega a ferida — nenhuma desenhada para a curar.
Marcos — Era do Império
Oito faturas apresentadas, oito respostas de repressão, zero reformas. É esta era que torna a Estagnação inevitável.
As nove feridas
Cada bloco tem uma ferida que não cicatriza, e é anterior ao Inferno. A história interna é a biografia dela.
O território infernal, era a era
O que o Inferno dominou e o que perdeu — e por que razão a fronteira não se mexe desde 1859.
Ver também
Verbetes de outras áreas que respondem a esta.
O clima, era a era
A Cinza Alta, os anos sem verão, o calor de fenda e o smog — cada um com a fome que produziu.
A economia, era a era
Quem enriqueceu, à custa de quê, e as quatro decisões que converteram a economia — nenhuma por razão económica.
Cronologia das cidades
Vinte e sete marcos urbanos — e a razão pela qual Pandæmonium não recebe nenhum.
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