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Tales of Cross
Mapa

O mapa de Cross

A carta do continente em 1890. Oito poderes, sete Selos, uma linha que não se mexe desde 1859.

A carta ilustrada

Cross · Orbis Notus — Tabula Continentis post Cataclysmum Sigillorum, Anno Domini MDCCCXC

Mapa do continente de Cross em 1890: a espinha de cordilheiras norte-sul, o Mar do Coro cortando leste-oeste, a muralha do Limbus Mundi no leste, o arquipélago de Brytonia a oeste e a península vulcânica de Meridia ao sul.
Cross · Orbis Notus — Anno Domini MDCCCXC Abrir em tamanho real →

Os oito poderes

A mesma terra, sem relevo e sem nomes de cidade: uma cor por poder, um ponto por capital. Para saber quem é quem antes de saber onde é o quê.

Mapa político simplificado de Cross em 1890: dez territórios em cores chapadas — a Ordem Clerical em amarelo no centro, Königsmark em azul ao norte, Brytonia em verde nas ilhas do oeste, Vykhradia em vinho e a Heptarquia Pactuária em preto a leste, Meridia em laranja ao sul, e o Limbus Mundi hachurado entre eles.
Cross — Os oito poderes · 1890 Abrir em tamanho real →

Como se lê Cross

Três traços organizam o continente. Quem os tiver na cabeça sabe o mapa inteiro.

Geografia →
I

A espinha

Um eixo de cordilheiras corre de norte a sul, de ponta a ponta. Nele estão gravados os sete Selos. A montanha não é cenário: é a prisão — e é por isso que as fronteiras deste mundo são geológicas e a mineração é ato de guerra.

II

O corte

O Mar do Coro atravessa o meio do continente de leste a oeste. Quatrocentos quilómetros no ponto mais estreito, novecentos no mais largo. É a estrada de todo o comércio — e a sua porção sudeste, o Mar Tenebrum, está contaminada desde 1780.

III

A linha

O Limbus Mundi corre norte-sul no extremo leste, e não é geologia: é o rastro da onda dos Arcanjos, congelado onde foi parada em 1786. Tudo a oeste dela é o mundo. Tudo a leste é o que não foi salvo.

  • O mapa de 1859 é o mapa de 1890. Trinta e um anos sem um metro de alteração em nenhuma direção.
  • A cunha a leste de Cherniwicz é o único ganho territorial permanente de todo o século — duzentos quilómetros, tomados por comboio em nove dias.
  • O entalhe marcado Recuo de Pradel (1887) são vinte e dois quilómetros perdidos sem combate, por falta de purificadores. Nove aldeias evacuadas.
  • Pandæmonium está desenhada, mas não tem coordenada. Três expedições, três mapas incompatíveis, e um cartógrafo da Cúria encarregado desde 1857 de os conciliar.