Três Ordens. 180.000 homens e mulheres, de um exército de linha de 1,2 milhão. São pequenas, e mandam muito mais do que o tamanho justifica, porque são as únicas forças da Ordem Clerical que respondem ao Um diretamente, atravessando as sete estruturas provinciais sem pedir licença a Cardeal-Estado nenhum.
| Ordem | Efetivo | Mandato | Frase que a define |
|---|---|---|---|
| OrdemCavaleiros do Selo | Efetivo~110.000 | MandatoCombate direto ao demônio | Frase que a defineNós ficamos. |
| OrdemInquisição Reformada | Efetivo~14.000 (3.000 de campo) | MandatoPacto, possessão, heresia funcional | Frase que a defineNós vemos. |
| OrdemHospitalários do Hashmal | Efetivo~56.000 | MandatoMedicina de guerra e de possessão | Frase que a defineNós contamos. |
Os Cavaleiros lutam, a Inquisição vigia, os Hospitalários contam. E cada uma despreza as outras duas por uma razão específica e boa.
Fundação — três datas, não uma
A história das Ordens é a história de um decreto que não funcionou e de um desastre que o fez funcionar.
1815 — o decreto. Aurelianus I inclui a refundação das Ordens Militares Clericais entre os atos fundacionais da Ordem Clerical. Em papel: três Ordens, jurisdição transversal, resposta direta ao Um. Na prática: quase nada. Não há orçamento, não há recrutamento, não há doutrina. As coroas seculares continuam a fazer a sua própria guerra e a comprar o seu próprio mineral.
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