"Em Aurum Roma perguntam quantas almas tem a paróquia. Em Brithon perguntam quanto rende." — atribuído a um cônego romano em missão insular, 1869
720 mil habitantes, congelados desde 1879. Segunda maior cidade do continente, atrás só de Aurum Roma. Capital de Brytonia, sede da Igreja Solar e da segunda maior bolsa do mundo.
O fato que organiza tudo o resto: Brithon nunca foi invadida. O Selo VI abriu em 1786 e os Arcanjos desceram meses depois. As ilhas viram o horror pela janela do outro lado do Canal e voltaram para dentro de casa. Cento e dez anos de guerra continental, e nenhuma bota demoníaca nesta rua. A cidade sabe disso. Sabe que o continente sangrou por ela. E não pede desculpa.
Geografia urbana
Localização e água
- Rio Brith, que corta a cidade de oeste a leste e se abre em estuário cinco milhas a jusante. Brithon está exatamente no ponto onde o rio deixa de ser rio: acima da cidade é água doce e barcaça; abaixo é maré, gaivota e navio de mar.
- Isso deu à cidade a única coisa que Aurum Roma não tem: frota oceânica ancorada dentro do perímetro urbano. De certas janelas do norte vê-se mastro.
- Onze pontes dentro da cidade. A mais antiga, a Ponte Velha, de pedra; as outras de ferro fundido, todas construídas entre 1838 e 1871, nenhuma depois.
- Margem norte alta e seca — dinheiro. Margem sul baixa e alagadiça — trabalho.
Clima e ar
Oceânico úmido. Chuva o ano inteiro, verão fresco, inverno ameno. E o fog: sobe do estuário, encontra a fumaça de carvão santo das chaminés, e não vai embora. Nos meses mortos, a fumaça é amarela e deixa gosto de moeda na boca. Epidemias respiratórias periódicas desde 1860. A Estagnação piorou tudo — as chaminés continuam iguais, nenhuma foi refeita.
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