30 milhões, e eram 26 em 1780 — quinze por cento em cento e dez anos. Celeiro do continente, e o bloco que menos mudou de todos.
1. O corpo
Média 169 cm. Magnatas a 176, servos a 166.
Carne e cereal em abundância — Vykhradia alimenta metade do continente — e ainda assim dez centímetros de amplitude, porque a abundância não chega a quem a produz. Servidão: trabalho de campo desde os oito, e um servo vykhradiano de trinta anos tem a coluna de um homem de cinquenta.
Marcas
- Os dentes. Pão de centeio moído em pedra traz areia. A dentição de um camponês vykhradiano está gasta até à raiz aos quarenta anos, e é o marcador físico mais universal do bloco — mais do que altura, mais do que pele.
- A mão de rédea. Vykhradia é o bloco do cavalo. Magnata, cavaleiro e carroceiro têm a mesma calosidade em faixa no interior dos dedos, e é a única coisa que a aristocracia e o povo partilham no corpo.
- Pele de estepe — vento seco o ano inteiro. Rosto marcado cedo, sem o vermelho do norte: seco, não queimado.
- Cavalaria magnata — a fratura de clavícula mal consolidada. Toda a gente cai. Ombro que ficou torto é insígnia informal.
Fisiologia canônica: o inverno vykhradiano é frio seco, não húmido. Congela sem molhar. É por isso que o bloco tem taxas altíssimas de queimadura de frio nas extremidades e baixíssimas de doença respiratória — o oposto exato de Brytonia. Um vykhradiano em Manchaster adoece em três semanas, e um brytônico em Vykhrad perde dedos.
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