28 milhões. Península vulcânica, o Volkar sempre visível, e o paradoxo canônico: a terra mais próxima do Selo III é a mais produtiva do continente.
1. O corpo
Média 164 cm — a mais baixa do continente. Elite a 169, campo e pesca a 162.
Não por pobreza: Meridia come bem e come variado. Come pouca carne. Azeite, pão, peixe, verdura amarga, queijo de cabra, vinho — dieta que sustenta uma vida longa e não constrói estatura. O sul de Cross é baixo e saudável ao mesmo tempo, e isso confunde os médicos cantonais que publicam sobre o assunto desde 1860.
Marcas
- Catarata precoce nos pescadores — reflexo de sol em água, quarenta anos.
- Mão de cinza. Trabalhador de refinaria de Ardentina: pele das mãos permanentemente cinzenta, que não sai com nada, e não é sujidade — é o mineral no tecido.
- O ouvido do Volkar. Quem vive na sopé desenvolve um limiar auditivo baixíssimo para o som grave. Ouvem o vulcão antes dos instrumentos, e a Ordem tentou por três vezes montar uma rede de alerta baseada nisso, e desistiu porque não conseguiu explicá-la.
Longevidade: Meridia tem a maior expectativa de vida do continente entre quem chega aos vinte. Também tem uma das maiores mortalidades infantis. É um bloco onde é difícil nascer e fácil envelhecer, e a cultura inteira sai daí.
O resto deste verbete é do Plus
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